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domingo, 1 de março de 2020
Humor
Postado por
Alexandre M. G. Carvalho
às
15:12
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quinta-feira, 3 de outubro de 2013
Cientistas descobriram como fazer um sabre de luz?
Cientistas descobriram uma forma completamente nova de matéria que se comporta do mesmo modo que os sabres de luz usados em “Star Wars”.
A descoberta, reportada na Nature, foi feita por Mikhail Lukin, físico de Harvard, e por Vladan Vuletic, físico do MIT, após atirarem fótons (partículas de luz) através de uma nuvem de átomos de rubídio.
“Enquanto o fóton entra na nuvem de átomos frios, sua energia excita átomos ao longo do seu caminho, fazendo com que o fóton desacelere drasticamente”, disse Lukin. Enquanto o fóton se move através da nuvem, essa energia é passada de átomo para átomo e, eventualmente, essa energia deixa a nuvem com o fóton.
“É o mesmo efeito visto na refração da luz em um copo d’água”, explicou Lukin. “A luz entra na água, passa parte de sua energia para o meio e, dentro, existe como luz e matéria acopladas. Mas, quando sai, ainda é luz.”
O processo que ocorre com os fótons na nuvem de átomos de rubídio é o mesmo, porém um pouco mais extremo: os fótons são desacelerados consideravelmente e muito mais energia é fornecida ao meio do que durante a refração da luz na água.
A descoberta, reportada na Nature, foi feita por Mikhail Lukin, físico de Harvard, e por Vladan Vuletic, físico do MIT, após atirarem fótons (partículas de luz) através de uma nuvem de átomos de rubídio.
“Enquanto o fóton entra na nuvem de átomos frios, sua energia excita átomos ao longo do seu caminho, fazendo com que o fóton desacelere drasticamente”, disse Lukin. Enquanto o fóton se move através da nuvem, essa energia é passada de átomo para átomo e, eventualmente, essa energia deixa a nuvem com o fóton.
“É o mesmo efeito visto na refração da luz em um copo d’água”, explicou Lukin. “A luz entra na água, passa parte de sua energia para o meio e, dentro, existe como luz e matéria acopladas. Mas, quando sai, ainda é luz.”
O processo que ocorre com os fótons na nuvem de átomos de rubídio é o mesmo, porém um pouco mais extremo: os fótons são desacelerados consideravelmente e muito mais energia é fornecida ao meio do que durante a refração da luz na água.
Postado por
Alexandre M. G. Carvalho
às
12:25
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