Agora, os cientistas do Laboratório Nacional
Lawrence Berkeley (Berkeley Lab), do Departamento de Energia e da Universidade
da California em Berkeley, em conjunto com seus colegas da Universidade
Harvard, conseguiram aumentar o desempenho de um dos mais potentes possíveis sensores
de campos magnéticos em nanoescala – um defeito em um diamante do tamanho de um
par de átomos, chamado de “centro de nitrogênio-vacância” (CNV).
As descobertas da equipe de pesquisadores podem,
eventualmente, permitir a fabricação de relógios menores que um chip de
computador e, ainda assim, com precisão de milionésimo de bilionésimo de
segundo (10-15 s), ou sensores de rotação mais rápidos e com maior
tolerância a temperaturas extremas do que os giroscópios em smartphones. Em pouco tempo, um chip barato de
diamante pode ser capaz de acomodar um computador quântico. A equipe relata
seus resultados em Nature Communications (http://www.nature.com/ncomms/journal/v4/n4/full/ncomms2771.html).